Como hospedar o site depois do ZIP
O arquivo já está no computador. Falta um endereço que abra no celular do cliente.
O arquivo já está no computador. Falta um endereço que abra no celular do cliente.
Extraia o ZIP. O index.html tem que ficar na raiz da pasta, do lado de favicon.svg, privacidade.html, termos.html, cookies.html, robots.txt, sitemap.xml e schema.json. Se o index.html ficar dentro de outra pasta, a hospedagem mostra listagem vazia ou 404.
Abra o index.html no navegador antes de subir. Nome, horário, WhatsApp e Pix conferidos, pode publicar.
O sitemap.xml que sai no ZIP aponta para index.html. Quando o domínio existir, troque essa linha pelo endereço completo, por exemplo https://seudominio.com.br/.
Em cloudflare.com/drop você arrasta o ZIP, ou a pasta já extraída. Não pede conta. Em segundos aparece um link workers.dev.
Esse link dura 60 minutos. Clique em Claim nesse prazo e entre numa conta Cloudflare, senão o preview some. O link de claim também expira em 60 minutos. Não mande ele no grupo do Zap como se fosse o site.
Depois do Claim dá para apontar um domínio. A documentação do Pages abre pedindo para começar projeto novo em Workers. O Pages não foi desligado. Continua no ar, e ainda aceita upload direto. Só não é mais o caminho que eles recomendam.
Na documentação de arquivos estáticos, pedido que devolve HTML, CSS ou imagem não entra na cota diária do Worker. Pedido que executa código entra. O ZIP do estúdio é arquivo estático.
O acordo self-serve, atualizado em 12 de setembro de 2025, não proíbe site de negócio no plano grátis. A seção 2.2.1 proíbe outra coisa: vender o acesso à Cloudflare para um terceiro, cobrar cartão numa página que use o plano grátis, e guardar dado de saúde no sentido da lei americana sem autorização escrita deles. Página de salão, MEI ou restaurante com WhatsApp e Pix estático não esbarra nesse texto. Loja que pede o número do cartão na própria página, no plano grátis, esbarra.
Quem quer e-mail no próprio domínio sobe o ZIP numa hospedagem comum.
No gerenciador de arquivos, entre em public_html (em alguns painéis o nome é www ou public). Envie o ZIP e extraia ali. O index.html fica solto nessa pasta, não em public_html/meu-site/meu-site/.
Preço de vitrine não é o preço do segundo ano. Conferido em 8 de outubro de 2026 na página de hospedagem compartilhada da Hostinger: plano de 48 meses a R$ 5,99/mês na entrada (R$ 287,52 no período) e renovação a R$ 23,99/mês. O Premium estava a R$ 10,99, renovando a R$ 38,99.
A página da Locaweb mostrava “a partir de R$ 5,90/mês” em 10 de outubro de 2026. A renovação não estava no HTML, então não entra nesta conta.
A FAQ da Black Friday da Hostinger, lida em 7 de outubro de 2026, marca a promoção de 19 de outubro a 14 de dezembro de 2026. O desconto principal entra sem cupom. Alguns planos incluem domínio no primeiro ano. Na hora de fechar, olhe a renovação. Cupom de blog com data de 2025 está vencido.
Esta página não tem link de afiliado. Os números são os da página do fornecedor na data citada. Abra de novo antes de pagar.
O Netlify Drop também aceita a pasta. Desde 28 de julho de 2026, time novo em plano por crédito recebe o projeto privado. Quem abre o link sem login vê uma página da Netlify dizendo que não tem acesso. O botão é Make public. Time antigo mantém o padrão de antes. O plano grátis não acabou. O que mudou foi o projeto nascer fechado.
Tutoriais em português que param em “arrastou, está no ar” não contam esse clique. O cliente recebe o link e acha que o site quebrou.
| Onde | Site de salão, MEI, restaurante |
|---|---|
| GitHub Pages | Não, no plano grátis. A doc diz que Pages não serve para hospedar de graça negócio online, loja ou site voltado a transação. |
| Vercel Hobby | Não. O plano Hobby é uso pessoal, não comercial. |
| Netlify | Pode, com o Make public no projeto novo. |
| Cloudflare Drop / Workers | Sim para a página do negócio. Não para cobrar cartão nessa página grátis. Fonte: acordo self-serve, seção 2.2.1. |
Hospedagem paga (public_html) | Sim. É o produto deles. |
Isso é regra de uso aceitável, não processo. O site pode ficar no ar até a plataforma aplicar a regra. Tutorial que manda pôr suaempresa.com.br no GitHub Pages está ensinando o contrário do que a doc do GitHub escreve.
No Registro.br o .com.br custa R$ 40 por ano. “Domínio grátis” dentro do plano de hospedagem, na prática, é o primeiro ano.
Se o nome está ocupado, o processo de liberação é mensal e a candidatura não cobra. Quem fica sozinho paga os R$ 40. Se houver disputa, o leilão começa em R$ 50. A página do processo marca a rodada seguinte em 11 de novembro de 2026.
A rodada aberta vai de 14 de outubro, 15h, a 21 de outubro de 2026, 15h. O arquivo lista-processo-liberacao.txt, gerado em 12 de outubro, tem 157.550 nomes. Em 17 de outubro, o lista-competicao.txt, gerado às 10h25, listava os 152 nomes elegíveis. Os 152 já estavam em leilão.
No Registro.br, domínio em CPF pede a data de nascimento do titular. A KingHost descreve a regra desde 8 de setembro de 2026: a data é conferida na Receita Federal. Se divergir, o Registro.br manda um e-mail e o prazo para corrigir é de 24 horas. Sem correção, o pedido cancela. CNPJ não pede data de nascimento.
O Registro.br não manda boleto pronto por e-mail. A cobrança legítima sai do painel, cerca de 30 dias antes do vencimento, a partir de pagamento@registro.br. E-mail com pressa, boleto anexo e o nome deles no remetente é golpe. Confira a data no Whois e pague só logado em registro.br. Quem acabou de registrar entra no WHOIS e vira alvo.
A conta em três linhas, com a data de cada preço, está em quanto custa um site. Resumo: página do estúdio R$ 0, .com.br R$ 40 por ano, e a renovação da hospedagem no lugar do preço de vitrine.
Promoção com data, tipo Black Friday, não vai no nome da ficha do Google. Vai numa frase desta página, e a publicação do Perfil da Empresa aponta para ela. O detalhe por nicho está em salão e restaurante.